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Droga, perdi mais trezentos reais de novo.
Aldeia das Flores de Ameixeira.
Na escuridão onde não se via um palmo diante do nariz, um jovem homem resmungava insatisfeito enquanto chutava uma pedra à beira do caminho.
O nome dele era Zhou Yu.
Anos atrás, seus pais adoeceram gravemente, acabaram com as economias da família e logo depois faleceram, deixando para Zhou Yu uma montanha de dívidas.
Por conta disso, Zhou Yu teve que abandonar o ensino médio antes de concluir e foi obrigado a largar os estudos para trabalhar.
Trabalhou por alguns anos, mas o dinheiro não foi suficiente para quitar as dívidas, e os juros só aumentavam.
Cansado, Zhou Yu simplesmente largou mão.
Arrendou as poucas terras restantes para outros cultivarem.
E ele mesmo passou a andar com más companhias todos os dias.
Escalava muros para espiar a viúva do lado tomando banho.
Hoje mesmo, jogando mahjong com os comparsas, perdeu mais trezentos reais.
“Chefe, para que você quer esse remédio?”
“O que não deve ser perguntado, não se pergunta. Pegue o dinheiro e vá embora.”
Enquanto caminhava, Zhou Yu de repente ouviu duas vozes saindo da escuridão.
Uma delas, sem dúvida, era do chefe da Aldeia das Flores de Ameixeira.
A outra, ele não sabia quem era.
Pelo tom da conversa, Zhou Yu percebeu que o chefe provavelmente não estava atrás de um remédio comum.
Diziam que o chefe já era de idade.
Homens mais velhos, afinal, têm suas fraquezas.
E aquele jeito furtivo do chefe só podia ser para buscar a