Quando jovem, não se sabe o valor de um bom irmão e se engana ao tomar o homem escória como tesouro! Lin Feifei, que renasceu após ser mantida como uma tola pelo galã da escola, voltou ao ano em que t
A mulher de pele pálida como papel repousava solitária na cama branca do hospital, rodeada por um mundo de frio e silêncio, onde até o ar parecia imóvel, sem nada que lembrasse calor ou vida. Seus olhos outrora luminosos estavam agora fechados, como se buscassem escapar da dura realidade. O rosto magro revelava o contorno dos ossos, sem um traço de cor, esvaziado do vigor pela passagem do tempo e pela doença implacável.
A roupa de paciente pendia largamente em seu corpo, tão solta que parecia poder ser levada por um simples sopro de vento. Seu corpo já não era o de alguém cheio de esperança e energia, mas sim uma casca corroída pela enfermidade, marcada por feridas invisíveis.
Sob o brilho intenso das lâmpadas, seus cílios curvados projetavam uma sombra profunda sobre as faces, reflexo do sofrimento e do desespero que habitavam seu íntimo. A consciência se esvaía lentamente, enquanto as memórias da vida passavam como cenas de um filme: risos, lágrimas, amores e ódios, tudo distante e nebuloso.
Ela era uma mulher de trinta e dois anos, que perseguira Gu Lan por muitos anos, acreditando que o casamento lhe traria felicidade e abrigo. O destino, porém, reservou-lhe a amarga surpresa da traição. Gu Lan a trocou justamente por Ye Tian Tian, aquela amiga em quem confiara e de quem nunca suspeitara. Essa dupla decepção quase a destruiu.
Seu passado era ainda mais triste: desde pequena, perdera o carinho dos avós e nunca vira o rosto do pai. Sua única mãe partira quando ela tinha dezenove anos, deixando-a sozinha diante de um mundo cruel. Parecia que a má