Cheng Zeheng, ao ver Nuan Nuan pela primeira vez, disse: “Essa irmãzinha é tão bonita, tão fofa, quando crescer quero casar com ela.” Mais tarde, ele, frio e impiedoso, ignorando os pedidos de Nuan Nu
Cheng Yi Nuan despertou de um pesadelo, sendo recebida por uma luz branca ofuscante e pelo cheiro forte de desinfetante. As imagens sanguinolentas do sonho ainda estavam vivas em sua mente. O medo tomou conta de seu corpo, a respiração tornou-se ofegante, o peito arfava em busca de ar, e ela tremia incontrolavelmente. Suava em bicas, o corpo encharcado, incapaz de se desprender do terror do sonho.
— Acordou! — Uma voz masculina, profunda e grave, ecoou no silêncio do quarto de hospital. Surgiu repentinamente, fria e incisiva, fazendo gelar até os ossos.
Ainda presa ao pesadelo, Cheng Yi Nuan sobressaltou-se ao reconhecer aquela voz, sentando-se apressada. O olhar, perdido e amedrontado, recaiu sobre o homem não muito distante.
Cheng Ze Heng vestia um terno preto perfeitamente ajustado, sem gravata, com dois botões da camisa abertos, transmitindo um ar despreocupado. Os traços eram marcantes: sobrancelhas retas, olhos penetrantes, nariz bem definido. Dele emanava uma aura de autoridade inquestionável.
No início, Cheng Yi Nuan pensou estar ainda sonhando, até que o homem caminhou decidido até a beirada da cama e puxou uma cadeira para sentar-se. Só então percebeu que aquilo era real.
Os olhos dele, tão profundos quanto um abismo, lançavam-lhe um olhar fixo e opressor, obrigando-a a esforçar-se por manter a calma. Ela umedeceu os lábios ressecados antes de falar com dificuldade:
— O que está fazendo aqui?
Afinal, hoje era o grande dia do homem — o dia de seu noivado. O presidente do Grupo Cheng unia-se à filha única do Grupo Lin — c