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Capítulo Zero: O Caixão de Sangue na Caverna
Sobre um leito perfumado de flores bordadas, uma bela mulher repousava deitada, pálida, com os dentes finos cravados no lábio, tentando manter-se serena. Em seu rosto delicado, gotas cristalinas de suor brilhavam, e, por causa do calor, sua franja negra e lisa grudava desordenadamente na testa tão alva quanto o jade.
“Meu filho…”
A bela mulher virou o rosto para os anciãos reunidos à cabeceira da cama. Por fim, não pôde conter-se e, timidamente, perguntou-lhes.
Cinco anciãos estavam de pé junto ao leito, todos vestidos com longas vestes cinza-azuladas que lhes cobriam o corpo todo, deixando à mostra apenas as cabeças. Entre eles, uma velha segurava em seus braços um bebê envolto em uma manta de fina seda.
O recém-nascido, ainda sujo de sangue e dos fluidos do parto, não chorava nem gritava, apenas olhava fixamente, com grandes olhos, para a velha que o segurava.
A anciã exibia uma expressão de desdém, as sobrancelhas enrugadas. Se alguém a observasse atentamente, perceberia que, em sua juventude, também fora uma grande beleza, mas o tempo é implacável, e agora seu rosto estava coberto de rugas. Ela moveu os lábios, sem esconder o desprezo pela mulher deitada no leito perfumado.
“Hmph, seu filho? Você, uma simples criatura desprezível! Se não fosse por Ge’er tratá-la como um tesouro, por que pouparíam