Todo ser humano possui uma joia vital e, após o despertar, ela pode se manifestar como a joia do espírito ou como a joia do corpo, girando no pulso esquerdo ou direito como um rosário. A joia celestia
Fora da capital do Império Arco Celeste, na estrada oficial.
O Império Arco Celeste era um pequeno país no oeste do vasto continente, não subordinado a nenhuma das grandes nações, com um ambiente e clima agradáveis e confortáveis.
O dia estava especialmente bonito, o céu límpido como um imenso cristal azul, sem a menor impureza. A nitidez do ar fazia o sol brilhar ainda mais intensamente, mas, felizmente, dos dois lados da estrada oficial cresciam plátanos centenários, cujos galhos robustos e folhas espessas sombreavam quase completamente a larga via, formando aquela famosa avenida arborizada que se estendia por dezenas de léguas. Praticamente todo cidadão do Império Arco Celeste conhecia a existência da Avenida das Estrelas.
A capital, Arco Celeste, possuía uma localização geográfica única, talvez até sem igual, pois ao seu redor estendia-se uma vasta floresta, fazendo com que a cidade parecesse uma joia reluzente em meio ao verde. Apesar de o império em si não ser poderoso, sua capital era amplamente conhecida. A floresta que circundava Arco Celeste chamava-se Floresta das Estrelas, o único lugar em todo o continente onde cresciam as Árvores Estelares. O cerne dessas árvores era material essencial para a fabricação dos melhores arcos e bestas. Com tal recurso estratégico, era fácil imaginar a prosperidade da cidade.
Naquele momento, um jovem de aproximadamente quinze ou dezesseis anos caminhava pela Avenida das Estrelas, cantarolando baixinho.
“Coração de galanteador afia a mente, aventuras amorosas fazem bem ao peito, conquistar belas don