Gao Shen se viu transportado para o início de 2006, e, por uma reviravolta do destino, tornou-se o treinador principal do Real Madrid. Sob seu comando estavam apenas superestrelas de renome mundial: R
Gao Shen jamais imaginou, nem em seus sonhos mais ousados, que sua vida tranquila seria completamente transformada por uma travessia repentina e inesperada.
Menos ainda poderia prever que essa travessia inexplicável o tornaria o treinador principal do Real Madrid, o grande clube europeu da realeza.
No início de 2006, o Real Madrid atravessava o período mais turbulento e instável dos últimos dez anos. Na manhã de 28 de fevereiro, após a demissão sucessiva do treinador Luxemburgo e do diretor técnico Sacchi, os resultados do clube permaneciam estagnados. Sob forte pressão da opinião pública, tanto dentro quanto fora do clube, o presidente Florentino Pérez renunciou por responsabilidade.
Como manda o costume, o primeiro vice-presidente Martín assumiu o comando.
À tarde, o novo presidente Martín foi ao centro de treinamento de Valdebebas e, para surpresa de todos, demitiu com firmeza o treinador interino Caro. Sem hesitar, apontou para um estagiário discreto do grupo de treinadores de Caro.
— Qual é o seu nome?
— Gao Shen.
— Gol? Que nome excelente! O que mais precisamos agora são gols!
Com apenas três frases, Gao Shen tornou-se o novo treinador principal do Real Madrid.
Todos pensaram que o famoso magnata de Madrid enlouqueceu depois de assumir a presidência do clube.
Martín se foi, Caro, recém-demitido, também partiu, e Valdebebas ficou um caos.
Pela primeira vez, todos prestaram atenção naquele estagiário, recém-contratado há meio ano e apreciado por Caro. Para muitos, a única coisa memorável era que seu no