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2015, um ano relativamente comum, especialmente se comparado ao turbulento e marcante 2008, parecia sereno, até monótono.
Era um dia de início de junho, no começo do verão. No campo de basquete de cimento, o som das bolas quicando ecoava com ritmos ora acelerados, ora lentos, alternando entre a pressa e a calma.
— Ei, Tang Qian, Tang Qian, tenho uma boa notícia pra você! — Uma voz masculina de timbre agudo ressoou ao longe.
— É você, Lu Yang? O que houve? — O som da bola parou abruptamente.
— Eu sabia que te encontraria aqui. — Aproximou-se um rapaz alto, quase um metro e noventa, de porte mediano e sorriso largo no rosto.
— Vamos, adivinha qual é a novidade? — Lu Yang perguntou, rindo.
— Fala logo, se quiser. — Tang Qian lhe lançou um olhar de desdém, voltando a driblar a bola.
— Ora, que falta de graça, hein? Tá bom, vou contar. O Kobe anunciou o retorno dele, vai jogar na abertura da temporada!
— Sério? — Finalmente, uma leve emoção passou pelo rosto de Tang Qian, que murmurou: — Então, enfim, você voltou...
De repente, ele abriu um sorriso: — Hoje estou de bom humor, vamos jogar um contra um.
— Haha, jogar é jogar, não tenho medo. Eu, Lu Yang, sou do time da escola, pra te vencer só preciso de uma mão! — respondeu Lu Yang, alto e confiante.
Após uma partida intensa, os dois se sentaram no chão, deixando o suor escorrer por seus rostos jovens.
— Que alívio! Se não fosse pela minha vantagem de altura, vencer você seria mesmo difícil. — Lu Yang comentou, descontraído.
— Mas, Tang Qian, com sua